OLÁ EU SOU O DINO ATLANTICO VAMOS JUNTAR TUDINHO DA OLIMPIADAS E COLOCAR UMA BOA LEITURA.LER AI!
DEUSES E HOMENS
Os gregos inventaram os Jogos Olímpicos há mais de 3 mil anos. Durante esse tempo, muitas histórias foram criadas para explicar como surgiu um dos eventos esportivos mais importantes do mundo.
Uma delas diz que Hércules, filho de Zeus, o deus supremo, matou um homem em um dia difícil, por um motivo bobo. Arrependido, ele criou as Olimpíadas para pedir desculpas ao pai e aos outros deuses.
Na verdade, os gregos inventaram os jogos para exibir suas habilidades e agradar aos deuses do Olimpo, um monte sagrado que era a morada das antigas divindades gregas. Criaram então quatro grandes festas, das quais as Olímpias - que aconteciam na cidade de Olímpia, onde havia um templo dedicado a Zeus - eram as mais importantes. O primeiro registro desses jogos é de 776 a.C. (antes de Cristo).
Os gregos foram impedidos de continuar a festa quando os romanos dominaram a Europa, por volta do século II antes de Cristo.
Os implicantes romanos achavam que as Olimpíadas não tinham a menor importância e que os gregos deviam trabalhar para eles... como escravos!
Os jogos entraram em decadência, até que um imperador mandou derrubar os templos e o estádio de Olímpia.
Você sabe quem resgatou a tradição dos Jogos Olímpicos para os dias de hoje? Foi um barão que era louco por esporte...
O BARÃO QUE AMAVA O ESPORTE
Resgatar os jogos para os dias de hoje foi idéia do parisiense Pierre de Fredy, conhecido como Barão de Coubertin (1863-1937).
Provável autor da frase "o importante não é vencer, é competir", ele queria trazer de volta a tradição olímpica para incentivar o esporte e, quem sabe, ajudar na união dos povos.
Em 1894, o Barão de Coubertin criou, junto com representantes de 15 países, o Comitê Olímpico Internacional, o COI. Foi uma correria, mas em 1896 tudo estava pronto para a realização dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna.
Os jogos foram abertos no estádio de Atenas pelo rei George I, da Inglaterra, com a participação de 285 atletas.A partir de então, as Olimpíadas são realizadas sempre de quatro em quatro anos. Esse também era o intervalo entre uma Olimpíada e outra na Grécia antiga.
O barão e seus colegas do COI criaram várias regras e símbolos, que são usados até hoje. A bandeira olímpica, com cinco anéis representando os continentes, entrelaçados sobre um fundo branco, é o símbolo da integração dos povos. Ela traz o lema olímpico "Citius, Altius, Fortius" (Mais Rápido, Mais Alto, Mais Forte).
Para reviver o espírito dos jogos gregos, criou-se a tradição da tocha olímpica, que é acesa todos os anos no lugar onde existiu a cidade de Olímpia, descoberto pelo arqueólogo Ernst Curtius.
A tocha sempre é levada de Atenas, capital da Grécia, até a sede dos jogos, se possível por terra, por meio de um revezamento de atletas. Um atleta do país organizador é então encarregado de acender a pira olímpica com a tocha, que permanecerá acesa enquanto durar a competição.
Foi também Coubertin que teve a idéia de criar a cerimônia de premiação depois de cada prova, quando os melhores atletas recebem medalhas de ouro, prata e bronze.
O COI decidiu ainda que apenas quatro modalidades de esportes poderiam registrar recordes olímpicos: tiro, atletismo, natação e halterofilismo (levantamento de peso).
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Conheça Algumas Curiosidades:
Esportes Especiais
“Nada é impossível quando a gente faz com vontade”. Esta frase é de uma campeã do atletismo, a brasileira Ádria Rocha Santos. Ela tem 4 medalhas de ouro de 8 de prata e, só um detalhe, ela é cega!
Isso mesmo! Assim como a Adriana, milhares de atletas no mundo possuem deficiências físicas ou mentais e, mesmo assim, participam das Paraolimpíadas e dos jogos Parapan-americanos (que são as competições especiais das Olimpíadas e dos jogos Pan-americanos oficiais).
Em 2007, no Rio de Janeiro, os jogos do Parapan e do Pan serão realizados ao mesmo tempo e com os mesmos equipamentos. É a primeira vez na História que isto acontece!
São mais de mil atletas com deficiência (física, mental, visual…) competindo em 10 esportes:
Atletismo: As provas são as mesmas do atletismo comum, a diferença é que os atletas especiais podem competir em diversas categorias: cadeira de rodas, usando próteses ou com um guia (caso tenham deficiência visual).
Basquete: O basquete no Parapan é jogado com cadeira de rodas. São cinco jogadores em cada time. O tamanho da quadra e a altura da cesta são iguaizinhos aos dos jogos do Pan.
Natação: No Parapan, atletas com deficiência visual ou físico-motora competem na natação, em provas idênticas às do Pan. Um bastão de espuma avisa aos nadadores cegos quando o fim da piscina está chegando.
Halterofilismo: O objetivo deste esporte é levantar o maior peso possível. No Parapan, competem homens e mulheres com alguma deficiência de mobilidade. Os atletas ficam deitados e precisam levantar a barra de pesos até os braços ficarem totalmente retos.
Futebol de 5: Neste futebol os jogadores são cegos. A bola faz um barulhinho para que os jogadores saibam onde ela está. O goleiro é o único do time que enxerga. Para saber qual é o lado do adversário na quadra, há um sinal atrás de cada gol que alerta os jogadores.
Futebol de 7: No futebol com sete jogadores, participam pessoas com paralisia cerebral. As regras são muito parecidas com o futebol comum.
Judô: Lutam no judô, com as mesmas regras do esporte convencional, atletas com deficiência visual (que não enxergam nada, que só enxergam vultos ou que enxergam imagens pouco definidas).
Tênis de Mesa: No tênis de mesa só os deficientes visuais não jogam. Atletas podem jogar sozinhos, em duplas ou em equipes. Cada partida tem 5 sets valendo 11 pontos cada.
Tênis: O tênis no Parapan é jogado com cadeira de rodas. A quadra é a mesma. As regras também são iguais (a única diferença é que a bolinha pode quicar duas vezes no chão).
Vôlei: Os competidores especiais do Parapan jogam vôlei sentados. A rede é mais baixa (1,15 metro para as competições masculinas e 1,05 para as femininas). São 6 jogadores em cada time e uma partida tem 5 sets.
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Jogo de Índio
Uma mistura de futebol, hóquei e basquete, o lacrosse é um esporte superpopular nos Estados Unidos. Mas esse "milkshake" esportivo já foi usado como uma prepração para a guerra!
É que o lacrosse, um jogo em que a "estrela" é um bastão chamado crosse, foi criado pelos índios da América do Norte! Ele é considerado o primeiro esporte americano e, diz a lenda que quando os nativos resolviam jogar lacrosse, a partida podia durar muitos dias! E não era nada "amistosa": cada time chegava a ter até mil jogadores, e muita gente saia machucada!
Depois, quando os europeus chegaram à América, o lacrosse foi ficando mais "calminho. Até que, em 1867, um sujeito chamado George Beers colocou ordem na bagunça, limitou o número de participantes em cada time e criou as regras básicas desse esporte.
Hoje em dia nos Estados Unidos existem mais de 100 mil jogadores de lacrosse! E a mulherada norte-americana não fica de fora: mais de 24 mil mulheres jogam lacrosse!
Sepakta...o quê?
Sepaktakraw: um nome esquisito para um esporte totalmente maluco! Nascido na Ásia há mais ou menos 500 anos, o sepaktakraw mistura futebol, vôlei e artes marciais.
Ele é disputado por duas equipes de três jogadores cada, em uma quadra parecida com a de tênis e dividida por uma rede. A disputa começa quando um dos jogadores joga a bola, com as mãos, para o sacador. Daí em diante, mãos e braços saem do jogo, e os atletas têm que manter a bola no ar usando outras partes do corpo.
E, para combinar com o nome, a bola desse jogo também é esquisita: hoje em dia é feita de plástico, mas antigamente era de bambu!